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Análisis de los comités científicos de las revistas españolas de Traducción e Interpretación

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GIL SÁNCHEZ, Jesús. Análisis de los comités científicos de las revistas españolas de Traducción e Interpretación = Analysis of the advisory boards of the Spanish Translations and Interpreting journals / Jesús Gil Sánchez; bajo la dirección de Críspulo Travieso Rodríguez. – Salamanca: Universidad de Salamanca, Facultad de Traducción y Documentación, 2017
La evaluación de revistas científicas de Humanidades y Ciencias Sociales es una tarea complicada, especialmente en el ámbito de la Traducción e Interpretación, debido a que las bases de datos más prestigiosas están especializadas en las Ciencias Puras. Por eso, este trabajo se centrará en el estudio de los comités de revisión de revistas de Traducción e Interpretación. El objetivo será determinar si la calidad de dichos comités de revisión es relevante a la hora de evaluar los resultados bibliométricos de las publicaciones. Para ello, se han analizado veintiséis revistas y sus respectivos comités empleando un índice sintético de creación propia. Los resultados muestran que las revistas con un índice más alto son consideradas de mayor calidad por las bases de datos especializadas. Esto indica que la implantación de nuevos métodos de evaluación es el camino que se debe seguir para obtener resultados más completos en las materias de Humanidades y Ciencias Sociales
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Guía de escritura académica para estudiantes

 

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Jeffrey, Robin About Writing: A Guide,  [e-Book]  Open Textbook Library, 2017

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This writer’s reference condenses and covers everything a beginning writing student needs to successfully compose college-level work, including the basics of composition, grammar, and research. It is broken down into easy-to-tackle sections, while not overloading students with more information than they need. Great for any beginning writing students or as reference for advanced students!

Escribir en la universidad

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Christiane, D. (2008). [e-Book]  Écrire à l’université. Villeneuve d’Ascq cedex, Presses universitaires du Septentrion, 2008

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La capacité d’écrire est au centre du travail universitaire. Mais comment se manifeste-t-elle dans les écrits produits au début des études supérieures ? Comment analyser les textes des étudiants entrant à l’université ? Et à l’époque de la mondialisation, comment lire des textes produits dans différents contextes culturels sans se réfugier dans des comparaisons réductrices ?

Cet ouvrage s’ouvre par une présentation du cadre théorique et des pratiques de l’enseignement de l’écrit au début des études supérieures aux États-unis et en France, question devenue particulièrement cruciale en France depuis 2007 avec la mise en œuvre de la loi LRU, dite loi Pécresse, qui attire l’attention sur les enjeux des premières expériences des étudiants entrant à l’université.

Ce tour d’horizon est suivi de l’analyse interprétative de quelques textes écrits en première année universitaire dans les deux pays. Les différences culturelles majeures sont repérées et on montre comment celles-ci s’ancrent dans les différences entre les exigences institutionnelles. Ces mêmes textes sont ensuite soumis à une lecture convoquant différentes approches analytiques – littéraire, linguistique et relevant de la composition theory nord-américaine – et s’attachant à repérer les mouvements textuels de reprise-modification au cœur du fonctionnement des textes.

L’auteur constate à travers cette lecture que ce qui semble être « différence » culturelle ou institutionnelle dans l’écrit académique se révèle moins importante que ce qui est partagé. Cela permet de poser l’existence d’un écrit servant, dans le cadre des apprentissages universitaires, à négocier les exigences académiques au sein de cultures, d’institutions, voire de disciplines différentes.

Cet ouvrage est destiné aux chercheurs en sciences du langage et en didactique de l’écrit, ainsi qu’à tous ceux qui s’intéressent au fonctionnement du langage et à l’interaction entre les textes et le lecteur.

Investigaciones lingüísticas basadas en el corpus

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Costa, D. S. d. (2014). [e-Book]  Pesquisas linguísticas pautadas em corpora. Texto completo: http://books.scielo.org/id/z7jnqCosta, D. S. d. (2014). [e-Book]  Pesquisas linguísticas pautadas em corpora, 2014.

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O objetivo desta coletânea é demonstrar como a organização de corpora linguísticos diferentes atende aos diversos tipos de pesquisa linguística, sejam eles centrados numa mesma língua – abordando diferentes fenômenos dessa língua – ou focados em outras línguas naturais. A obraagrega sete pesquisas linguísticas de diferentes estudiosos – que se amparam em aportes teóricos também diversos –,as quais têm como base para coleta de dados a organização de algum tipo de corpus linguístico. De enfoque tanto sincrônico quanto diacrônico, de cunho variacionista e também formalista, os trabalhos englobam os quatro níveis básicos de análise linguística: o fonológico, omorfológico, o semântico e o sintático. Talita de Cássia Marine apresenta, no primeiro capítulo, uma análise descritivo-comparativa do sistema de pronomes demonstrativos do Português do Brasil e do Português de Portugal. Ela analisa cartas de leitoras da revista brasileira Capricho, e da portuguesa Ragazza, para caracterizar a configuração, se ternária ou binária, em que se encontram tais pronomes nas referenciações anafóricas no uso contemporâneo da língua. No capítulo 2, Caroline Carnielli Biazolli avalia o uso de textos jornalísticos como fonte de extração de dados para o estudo de processos de variação e mudança linguística. Seu foco é a posição dos clíticos pronominais, adjungidos a lexias verbais simples e a complexos verbais, e o corpus são textos do jornal A Província de São Paulo (atualmente O Estado deSão Paulo), entre 1880 e 1920. O terceiro capítulo, de Juliana Bertucci Barbosa, apresenta um estudo diacrônico de textos do Português Brasileiro do século 16 ao 20, que procura, entre outros objetivos, verificar valores semânticos do Pretérito Perfeito Simples e do Perfeito Composto do modo Indicativo da língua. Leandro Silveira de Araújo, autor do capítulo 4, baseia-se em um corpus constituído de entrevistas radiofônicas, representativas de umagrande cidade de cada região dialetal da Argentina para estudar o uso doPretérito Perfecto Compuestono espanhol falado no país. No quinto capítulo Alexandre Monte analisa a presença ou a ausência da marca formal de plural no verbo na relação sujeito/verbo, com o objetivo de compreender os fatores linguísticos e sociais que condicionam/determinam a variação linguística no âmbito da concordância verbal. O corpus da pesquisa é uma amostra da língua falada de uma comunidade periférica de São Carlos, interior de São Paulo. As Cantigas de Santa Maria, de Afonso X compostas na segunda metade do século 13 em galego-português, e OsLusíadas (1572), de Camões serviram de corpora para Juliana Simões Fonte e Gladis Massini-Cagliari no estudo apresentado no capítulo 6. As autoras analisam rimas da poesia remanescente de períodos passados da Língua Portuguesa para demonstrar a contribuição de textos poéticos no estudo das vogais do Português Antigo. O último capítulo resume os resultados da tese de doutorado de Daniel Soares da Costa, que organiza a obra. Ele apresenta uma nova proposta metodológica, baseada em uma conexão entre a música e a linguística como ferramenta para a coleta de dados relativos à prosódia de línguas mortas. O autor toma as versões transcritas por Anglés (1943) das cem primeiras Cantigas de Santa Maria de Afonso X para analisar a atribuição do acento lexical e secundário no Português Arcaico.

Cómo publicar información científica en Inglés: prácticas, caminos y potencialidades

 

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 Publishing Research in English as an Additional Language: Practices, Pathways and Potentials, . [e-Book]  Adelaide: University of Adelaide Press 2017

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Many universities worldwide now require established and novice scholars, as well as PhD students, to publish in English in international journals. This growing trend gives rise to multiple interrelated questions, which this volume seeks to address through the perspectives of a group of researchers and practitioners who met in Coimbra, Portugal in 2015 for the PRISEAL and MET conferences. The volume offers truly global coverage, with chapters focusing on vastly different geo-social areas, and disciplines from the humanities to the hard sciences. It will be of interest to applied linguists, particularly those working in the area of English for Research Publication Purposes, and to language professionals working in research writing support, research supervision and academic publishing, as well as to journal editors and managers

Humanidades digitales : monográfico

 

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Humanidades digitales : monográfico

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julio 2016

 

¿Qué son las humanidades Digitales?

La investigación contemporánea en humanidades se ha expandido más allá de lo que podría ser considerado tradicional. Los historiadores están construyendo mapas digitales interactivos, estudiosos de la literatura están utilizando los ordenadores para buscar patrones a través de millones de libros y los eruditos de todas las disciplinas se están aprovechando de las ventajas de Internet para hacer su trabajo más dinámico y visualmente atractivo.

Humanidades digitales (HD) es el término general que describe gran parte de este trabajo. No es ni un campo, una disciplina, ni una metodología. No se trata simplemente de la aplicación de los ordenadores a las humanidades o a la viceversa. Humanidades digitales es el resultado de un diálogo dinámico entre las tecnologías emergentes y la investigación humanística. Para algunos, se trata de una comunidad académica que se dedica a una amplia variedad de proyectos, que valora conjuntamente la experimentación, la colaboración. Para otros, es una etiqueta pretenciosa que significa elitismo y se caracteriza por una fetichización de la tecnología y la falta de reflexión crítica. Sea de una u otra manera lo cierto es que las Humanidades Digitales  están teniendo un impacto significativo en el contexto académico desde hace más de una década.

Las bibliotecas y los bibliotecarios están jugando un papel crucial en el desarrollo  de las Humanidades Digitales. Desde sus inicios los bibliotecarios se implicaron como socios colaboradores en proyectos de digitalización y ahora se encuentran negociando los derechos de minería de texto con los investigadores y proveedores, gestionando revistas de acceso abierto en sus repositorios, y dando cabida a makerspaces dentro de sus edificios. Los profesionales estamos siendo valiosos colaboradores debido a que los valores de la Biblioteconomía  comparten con los investigadores su profundo interés por el acceso a la información, la preocupación por la preservación de la información, y un deseo de proporcionar un espacio común para las diversas comunidades de usuarios. Sin embargo, a pesar de este compromiso continuo, las bibliotecas se muestran a menudo inseguras sobre cómo deben responder a este reto.

Una nueva encuesta de Gale Cengage a bibliotecarios y profesores y en bibliotecas estadounidenses muestra la incertidumbre y la adaptación en este campo. Según los datos arrojados por la encuesta la mayoría de las bibliotecas, con un abrumador 97%, están de acuerdo en que los materiales y resultados de los proyecto sobre HD deben integrarse en las colecciones de la biblioteca. Sin embargo, sólo la mitad (51%) informó que las consultas sobre el desarrollo inicial de proyectos son una forma importante sobre como los bibliotecarios están ayudando a los usuarios a participar en proyectos sobre HD. La encuesta encontró que el 17% de las bibliotecas que respondieron dicen que no hay servicios de investigación sobre HD en sus instituciones, mientras que el 41% dice que sus servicios de apoyo a la investigación en HD se desarrollan únicamente de modo ocasional. No es sorprendente que, entre las bibliotecas que participan activamente en DH, las actividades varíen ampliamente. Algunos han limitado su compromiso con las HD a las colecciones digitales, mientras que el 19% han construido servicios específicos en torno a las HD. Todo esto está teniendo consecuencias en la dotación de personal, -el 21% de los encuestados informaron que se han creado puestos especiales, mientras que el resto dicen que funcionan con el  personal existente a la hora de colaborar en estos proyectos.

Fado que las HD están evolucionando rápidamente y existe un alto grado de ambigüedad e incertidumbre en tono a ellas, lo más productivo y honesto es que la biblioteca se posicione como socio colaborador en la investigación para explorar nuevas soluciones junto con los investigadores, más que como un proveedor de servicios. Así el estudio dice que un 63% de los encuestados creen que el papel principal de los bibliotecarios en al HD debe ser el de participante y colaborador en los proyectos con plenos derechos.

En cuanto a las formas en como los bibliotecarios están apoyando las Humanidades Digitales tienen que ver con los siguientes servicios:

  • Publicación académica digital. Uno de los ejemplos más prominentes de la publicación académica en HF es la edición digital. Muchas bibliotecas disponen de equipos básicos para llevar a cabo proyecto de edición digital, tales como equipos de exploración; de software de reconocimiento óptico de caracteres para mejorar la exactitud de texto escaneado y lo que es editable, poder consultar y codificar (a través del lenguaje de marcado extensible, o XML); orientación sobre herramientas para la edición en XML y conversión para disponer de formatos de salida legible.
  • Bibliotecas y colecciones de datos digitales. Muchas bibliotecas están gestionando colecciones digitales en formatos de archivos de datos que permiten la descarga en masa que, a su vez, permiten la presentación de métodos para el análisis, modelado y visualización.
  • Minería de texto. Las bibliotecas pueden ser socios críticos en este trabajo. Por ejemplo, los investigadores están a menudo limitadas en lo que pueden estudiar por la disponibilidad de los textos de lectura. Los bibliotecarios están trabajando para permitir el acceso a las colecciones digitales que faciliten la lectura a distancia y asegurarse de que sus propias colecciones son también accesibles. También se están impartiendo sesiones de alfabetización digital que incluyen la formación en torno a las herramientas y técnicas para el análisis de textos.
  • Pedagogía digital. Ya sea que toma la forma de una sesión o una formación en curso, la alfabetización de usuarios es una responsabilidad común para los bibliotecarios. En las sesiones de instrucción más básicas, la biblioteca facilita a los estudiantes los elementos esenciales de cómo encontrar recursos de la biblioteca; y muy a menudo los bibliotecarios van más allá y desarrollan tareas complejas con instructores diseñadas para proporcionar a los estudiantes experiencia de como investigar. Las tecnologías emergentes están haciendo más fácil que nunca expandir este tipo de tareas para que los estudiantes no sólo se dedican a la investigación significativa, si no que también desarrollen proyectos originales que se pueden compartir en línea. Por ejemplo, los estudiantes pueden contextualizar su investigación temporal y espacialmente mediante la incorporación de sus resultados en mapas digitales en línea. Gracias a libre disposición de herramientas de gestión de contenidos como Omeka, pueden construir exposiciones en línea fácilmente que les permiten contar historias con el material de fuentes primarias.Misiones de este tipo pueden ser una forma atractiva para los estudiantes a conectarse con recursos de la biblioteca y ayudarles a desarrollar nuevas habilidades.

 

Humanidades digitales: imaginando un lugar de encuentro entre las Humanidades y lo digital

 

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Patrik, S. [e-Book] Big Digital Humanities: Imagining a Meeting Place for the Humanities and the Digital. Michigan, University of Michigan Press, 2016

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Este es un libro acerca de cómo las humanidades se entrecruzan con lo digital. Este compromiso es rico multifacético, interseccional, técnico, crítico y esperanzador. Lo digital puede ser visto como un material o una propiedad que impregna gran parte, pero no todos los aspectos de la cultura contemporánea y la sociedad, por su parte las humanidades están llevando a cabo un esfuerzo institucional y académico sobre la materialidad, realización, género, identidad, privacidad, espacio, estética y la etnicidad sen torno a lo digital. Al mismo tiempo, las humanidades necesita tener en cuenta la tecnología y mantener su potencial crítico al crear infraestructuras tecnológicas. La tecnología en sí está entrelazada con la instrumentación, las metodologías, la competencia experta, las expresiones, los retos de investigación y posibilidades analíticas. Los ejemplos incluyen los análisis basados en mapas, lecturas críticas de bases de datos, visualización, análisis textual, e instalaciones académicas.

Journal Scholar Metrics portal bibliométrico para medir el impacto de las revistas de Arte, Humanidades y Ciencias Sociales

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Journal Scholar Metrics

Journal Scholar Metrics es un nuevo portal bibliométrico desarrollado por el Grupo de Investigación EC3 de la Universidad de Granada en el que podemos encontrar el impacto científico de las revistas de Arte, Humanidades y Ciencias Sociales a partir del recuento de citas que ofrece Google Scholar Metrics. Se han identificado un total de 9196 revistas editadas en 82 países.

Ranking de revistas para Language & Linguistics

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Arts & Humanities

Social Sciences

Factor de Impacto de las revistas de Lingüística (Traducción) en Web of Knowledge 2014 (2015)

 

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Factor de Impacto de las revistas de Lingüística en Web of Knowledge 2014

Las agencias de calidad como ANECA solicitan evidencias científicas de la calidad investigadora para la Acreditación del profesorado. Esta se mide en diferentes índices de calidad. El principal es Web of Science de Thomson Reuters.

permite el acceso integrado a todas las bases de datos y productos editados por Thomson Reuters. Constituye una única plataforma de búsqueda y recuperación de información bibliográfica de trabajos publicados en las revistas científicas más prestigiosas, así como herramientas de análisis de las propias publicaciones.

TENEMOS ACCESO GRATIS A WEB OF SCIENCE DESDE TODAS LAS UNIVERSIDADES a través de FECYT

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La ANECA exige dos mediciones, una individual que es las citas que otros investigadores han hecho a  nuestras publicaciones. Y una medición colectiva que es el Factor de Impacto de la revista en la que hemos publicado.

1. Factor de impacto de la revista (cuartiles)

2. Citas recibidas por nuestras publicaciones

¿CÓMO CONOCER EL FACTOR DE IMPACTO DE UNA REVISTA?

El factor de impacto de una revista es el principal sistema de medición de la calidad científica de una publicación, y mide el número de  citas recibidas a los artículos publicados por la revista los dos años anteriores a la publicación, partido el total de artículos publicados por la revista durante esos dos años

Para conocer el Factor de Impacto  debemos acceder a WEB OF KNOWLEDGE y allí entrar en donde pone JOURNAL CITATION REPORTS y buscar las revistas de nuestra categoría, en el caso de TRADUCCIÓN buscaríamos por ARTS & HUMANITIES, y posteriormente en LINGUISTICS. Cuando nos pide ordenar los resultados diríamos que por “Impact Factor” (Factor de Impacto)

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La categoría LINGÜÍSTICS para la última medición disponible hasta ahora es de 2014 -aparecida en el año 2015- cuenta con 172 revistas con FACTOR DE IMPACTO. Por lo tanto cada CUARTIL – es el resultado de dividir todas las revistas de la categoría entre cuatro en el caso de linguistics sería 173 entre cuatro, lo que daría 43)  así el cuartil se correspondería a cada 43 revistas del total ordenadas por factor de impacto de mayor a menor. Las primeras 43 serían cuartil 1, las que aparecen entre la posición 44 a 86 sería el cuartil 2 y así sucesivamente hasta llegar al cuaril 4 que serían las últimas 43 revistas del listado.

¿PARA QUÉ NOS SIRVE, CUÁL ES SU UTILIDAD?

Esto nos sirve para elegir las revistas en las que querremos publicar si queremos hacerlo con impacto deberemos elegir aquellas que aparecen en las primeras posiciones del ranking. Ya que las Agencias de Acreditación del Profesorado como ANECA valoran la posición en cada uno de los cuartiles del 1 al 4.

También tiene utilidad para saber el impacto que tiene un artículo que hayamos publicado previamente en una revista para ello

¿CÓMO BUSCAR LAS CITAS RECIBIDAS POR NUESTRAS  PUBLICACIONES?

Si queremos ver las citas recibidas en Web of Knowledge buscaríamos el autor por el apellido y la primera inicial del nombre, sin poner una coma de separación entre ambos elementos. por ejemplo para buscar a Daniel Linder, buscamos por “LINDER D”

JOURNAL CITATION REPORTS

Revistas de LINGUISTICS (TRADUCCÓN)

¿Cómo escribimos? : los nuevos modelos de escritura académica

Akbari, S. C. (2015). How We Write. Brooklyn, NY, Punctun books. 

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Este pequeño libro surgió de forma espontánea, en el final de la primavera de 2015, cuando se iniciaron una serie de conversaciones en una mesa redonda universitaria sobre la escritura de tesis y trabajos científicos por parte de los estudiantes de grado, después de la proliferación de una serie de entradas en el blog sobre el tema de cómo se escribe . Un comentario generó otro, cada uno caracterizado por una enorme velocidad, elocuencia y franqueza emocional.

Esta colección no trata acerca de cómo escribir, pero si de  ¿cómo escribimos? A diferencia de un manual prescriptivo el presente libro es promete desbloquear el secreto de la productividad eficiente, los contribuyentes hablan de sus propios procesos de escritura, en toda su universo desordenado, frustrado, exuberante, y de días torpes. Los contribuyentes van desde estudiantes de postgrado y doctorados recientes así como también estudiosos de alto nivel que trabajan en el campo de los estudios medievales, historia del arte, la literatura Inglés, poética, musicología, y geografía. Todos se dedican a la escritura académica, pero algunos de los contribuyentes también publican en otros géneros, incluye la poesía y la ficción. Varios participantes mantienen una presencia en línea muy activa, incluyendo blogs y sitios web; todos están comprometidos con el fortalecimiento de los lazos de la comunidad, tanto en persona como en línea, lo que ayuda a explicar el sentido efervescente de la colegialidad que impregna el volumen, y la creación de vínculos a través de ensayos que se extiende hacia el exterior en el amplio mundo de los escritores y lectores.

Entre los contribuyentes están: Michael Collins, Suzanne Conklin Akbari, Alexandra Gillespie, Alice Hutton Sharp, Asa Simon Mittman, Jeffrey Jerome Cohen, Maura Nolan, Richard H. Godden, Bruce Holsinger, Stuart Elden, Derek Gregory, Steve Mentz, y Dan Kline